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O Grupo Experimental de Dança da Cidade surge com o objetivo de possibilitar a formação continuada em dança. Idealizado pelo Centro Municipal de Dança, da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, busca criar a oportunidade para jovens complementarem a sua formação em dança e puderem ter maiores oportunidades profissionais na área.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Grupo Experimental de Dança da Cidade estreia duas novas montagens




Como resultado do trabalho de formação de criadores e intérpretes de dança, o Grupo Experimental de Dança da Cidade produziu o espetáculo infantil Faz de conta que e a performance Pulp Dances. As montagens fazem únicas apresentações nos dias 4 e 5 de dezembro, respectivamente às 16 e 21h, no Teatro Renascença, com entrada franca. A realização é do Centro Municipal de Dança, da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre.Informações 32898065 – centrodedanca@smc.prefpoa.com.br .

A primeira encenação para o público infantil, Faz de conta que, investe na invenção e no imaginário para construir um espetáculo recheado de humor e poesia. No palco um grupo de bailarinos que tenta enfrentar o desafio de fazer dança para crianças, tentando escapar de clichês, investindo na aventura de redescobrir como brincar com movimentos e imagens. A direção é de Airton Tomazzoni.
Pulp Dances mergulha no universo do cineasta americano Quentin Tarantino, autor de filmes como Cães de Aluguel, Kill Bill e Pulp Fiction. A proposta foi de resgatar o universo “pulp”, adjetivo usado para designar a literatura de qualidade duvidosa e com enredos considerados absurdos, destinados ao entretenimento rápido. Assim, as coreografias revisitam personagens, situações e referências, presentes na obra cinematográfica de Tarantino, não para “ilustrar” em dança, mas para jogar e reinventar sentidos coreográficos para as elementos recorrentes como violência, vingança, solidão, ironia, injustiça, coragem, medo e sarcasmo.
Participam das montagens 18 bailarinos e bailarinas que desde abril freqüentam as aulas do projeto do Grupo Experimental de Dança. O programa de aulas é diário, de segundas a sextas, pelas manhãs e incluíram aulas de dança moderna, dança contemporânea, ballet, Axis Sillabys, Sistema Laban/Bartenieff, bem como laboratórios de criação, seminários teóricos e sessões de vídeos comentadas. No corpo docente, participaram consagrados professores como Eva Schul, Alexandre Rittman, Didi Pedone, Andréa Spolaor, Bia Diamante, bem como ex-alunos do próprio Grupo que retornaram de sua formação no exterior, como Douglas Jung e Juliana Vicari.
O projeto do Grupo Experimental de Dança teve início em 2007 e mais de cem alunos já passaram pelo programa. No primeiro ano, os alunos criaram o exitoso espetáculo Follias Fellinianas. Em 2008, duas novas produções estiveram nos palcos: Eu me faço simples por você e Ou algo assim que me intrigue. “O projeto vem atingindo seus objetivos e fomentando a prática diária em dança, uma formação integrada e a vivência no palco como intérpretes”, destaca o diretor do Centro de Dança e idealizador do projeto, Airton Tomazzoni. Segundo ele, muitos alunos oriundos do projeto têm integrado o elenco de outras companhias da cidade, criado seus próprios trabalhos coreográficos e ou dando continuidade à sua formação em escolas de dança na Áustria e Alemanha.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Faz de conta que...a gente tá comendo as nuvens!


vídeo de divulgação do espetáculo: Faz de conta que...



Faz de conta que é a primeira montagem para o público infantil produzida pelo Grupo Experimental de Dança da Cidade, de Porto Alegre. O espetáculo parte do dilema de um grupo de bailarinos sobre como criar dança para crianças. Questionando clichês e inventando caminhos, o grupo de bailarinos acaba enfrentando os desafios de fazer a imaginação dançar. Com humor e poesia, Faz de conta que constrói um território para brincar com coreografias e imagens.

http://www.youtube.com/watch?v=20bQTYLlGQ4

Teatro Renascença, dias 3, 4 e 5 de dezembro às 16h e os ingressos já podem ser retirados gratuitamente, no Centro Municipal de Dança (Av. Erico Verissimo, 307). Informações pelo fone 3289-8065 e pelo e-mail centrodedanca@smc.prefpoa.com

domingo, 31 de outubro de 2010

Reverência ao tempo


Reverência ao tempo


E pensar que não faz muito tempo a carreira de intérprete no balé dificilmente sobreviveria aos seus trinta anos. Quem desfrutou da apresentação de Três solos e um dueto, na última quarta-feira, agradeceu os tempos serem outros. Em cena dois ícones da dança do século XX, Ana Laguna e Mikhail Baryshnikov, revelando um refinado exercício de sobriedade e delicadeza que comoveu o público, no Teatro do Sesi lotado. O programa da noite equilibrou obras consagradas com a produção de novos coreógrafos internacionais. Lá estava o lirismo e competência do sueco Matk Ek, em Solo for two e Place. Bem como a inédita Valse-Fantasie, do russo Alexei Ratmansky. E ainda a inteligência e bom humor de Years later, do francês Benjamin Millepied (aliás que em breve poderá ter seu talento conferido nas telas em Black Swan, protagonizado por Natalie Portman). Mas não há como apreciar o programa sem sermos afetados pelo fato de que estamos diante de dois mitos da dança, Ana Laguna, com 54 anos, e Baryshnikov, com 62 anos. Ambos optando por não abandonar os palcos no ápice de suas carreiras e permitindo ver os frutos da maturidade de seus corpos dançantes. E não há no fato dessa constatação etária qualquer condescendência (daquela que torna tão difícil avaliar apresentações infantis e de idosos), mas sim a afirmação de outras qualidades nos intérpretes que dançam que não as do virtuosismo imperativo de numerosas piruetas, grandes saltos ou equilíbrio em sapatilhas de pontas. A técnica que transparece no palco é a do domínio tranqüilo e das descobertas que só os anos trazem. A dupla de intérpretes brinca, joga, suaviza, sublinha, mostra quem manda na música e que se pode fazer dança sem recorrer apenas aos efeitos que os consagraram. Em Years later, Baryshnikov ironiza sua própria imagem juvenil projetada em um filme que o desafia a reproduzir os passos que realizava no passado. Ele não vacila e transforma, reinventa, recusa, esquece de propósito. Não são mais aquelas ferramentas que ele conta para fazer sua dança. E é o assumir dessa condição que dá uma dimensão de rara dignidade à cena. Uma lição, sem aquela postura dos mais velhos que assumem já saber de tudo, mas com o sabor e desafio de saber precisar redescobrir sempre, a cada dia, a cada nova experiência e nos fascinar com a integridade e intensidade de tal ato. Uma salutar perspectiva para as jovens bailarinas que também enchiam a plateia. Que suas mestres possam reconhecer essa lição e cultivar essa tão necessária reverência ao tempo, à memória, mas também ao esquecimento.


Airton Tomazzoni É coreógrafo e diretor do Grupo Experimental de Dança da Cidade


Texto publicado no jornal Zero Hora- sábado 30/10

terça-feira, 26 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

Oficina de Cenografia

Teve início nesse sábado, dia 16, a Oficina de Cenografia para a montagem do espetáculo do Grupo Experimental de Dança da Cidade. Ministrada pela cenógrafa e diretora de arte Maíra Coelho, a oficina vai desenvolver os elementos cênicos para montagem infantil Faz de conta que, dirigida pelo coreógrafo Airton Tomazzoni. Com esta iniciativa o projeto do Grupo Experimental de Dança amplia a formação artística dos alunos. Durante os encontros da Oficina, os próprios alunos do Grupo Experimental e equipe técnica do espetáculo poderão aprender diversas técnicas para confecção de cenário e adereços.



A montagem tem estréia em dezembro, no Teatro Renascença.


Juliana Vicari



Maira Coelho



Alessandro Rivelino.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A diversidade e qualidade da produção do Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre


A diversidade e qualidade da produção do Grupo Experimental de Dança da Cidade. O videodança Inspiração acaba de ser selecionado para particpar do evento Terceira Margem, dentro da programação da Bienal Internacional de Dança do Ceará, um dos mais antigos e conceituados eventos de dança contemporânea do Brasil.Com o tema Tomar Lugar – Corpo e Performance, esta edição tem o objetivo de ativar a dança em sua relação com outras linguagens, com a cidade, o lugar.

Inspiração foi a primeira produção do Grupo Experimental no gênero do videodança, gravado em junho no Aeroporto Internacional Salgado Filho. O vídeo foi selecionado para o Festival Internacional de Videodanza de Buenos Aires, onde foi exibido no dia 1o de setembro junto com obras da França, Canadá, Espanha, Japão e Argentina.



Fotos: Marcelo Pacheco

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O mundo de Marlboro- Lonesome Cowboy


Primeiras impressões

O segundo caderno da Zero hora dá início á temporada Artista na Plateia, em que críticos e artistas de diferentes áreas comentam algumas das grandes atrações do 17º Porto Alegre Em Cena, compartilhando seu olhar e suas reflexões com o público.
A seguir, confira as impressões do coreógrafo Airton Tomazzoni sobre o espetáculo Lonesome Cowboy da Cia Philippe Saire, da Suíça.




O mundo de Marlboro

Em tempos pós-modernos, nos quais falar de uma masculinidade, no singular, parece descabido, algumas marcas dessa tal masculinidade ainda ecoam insistentemente. Esse é o tema que o espetáculo Lonesome cowboy traz com sua dança. Em uma coreografia enxuta, cenografia eficientíssima e iluminação competente e precisa, esboçam-se belas imagens e metáforas. Cinco bailarinos se confrontam em uma arena, que por vezes parece um ringue, por vezes um campo de futebol de gramado sombrio. O quinteto é cercado por luzes que revelam e escondem, como as luzes intensas de um estádio ou penumbráticas, porém denunciantes, como as de uma penitenciária.
A Cia de Philippe Saire, da Suiça, investe nas marcas que insistem em ser invocadas pela figura do macho que precisa assegurar sua supremacia à força, como um chamado da natureza ao qual se é incapaz de escapar. Assim, aparecem em cena constantes confrontos e disputas, que revelam o apuro técnico dos interpretes, que se prolongam e se desdobram. O que dá conta do que a obra pretende tratar, mas não abre espaço para ambigüidades e complexidades que tal contexto desenha.
As nuances se esboçam mesmo com plenitude, em um trio, mais ao final do espetáculo, no qual a Companhia mostra todo seu domínio técnico, criatividade e humor em um excelente jogo corporal de muitos sentidos, composições que não respondem às expectativas de hombridade. Talvez essa seja a melhor síntese do espetáculo, quando os movimentos e os corpos brincam com os duplos sentidos tão presente no discurso e brincadeiras masculinos. E aí, consegue subverter a ordem que impera no palco. Em outros tempos, a publicidade de cigarros idealizou um mundo exclusivamente masculino dos cowboys, convidando a que todos identificados com esse apelo viessem para o mundo de Marlboro, garantia de uma certa brutalidade indomável. Ao revisitar a figura do cowboy, o espetáculo revisita algo que vem sendo desmistificado no cinema (Brokeback Mountain), na literatura (Midnight Cowboy) e até mesmo nas novelas (América). Contudo, o mundo ainda é povoado talvez pela sua pior faceta, seja a dos hooligans capazes de espancar um adversário até a morte, seja a das gangues que agridem imigrantes e gays, seja o da misoginia. Mitos bem reais que vão além de cowboys solitários engolindo uma bebida forte e dizendo palavrões. Lonesome cowboy coloca em xeque esses heróis, mas querendo acreditar que tudo não passa de uma eterna briguinha entre amigos que se entenderão depois de mais um gole.



Airton Tomazzoni, coreógrafo e diretor do Grupo Experimental de Dança da Cidade



Zero hora - Segundo Caderno- 15/09/2010

Tobari- grupo japonês Sankai Juku


Primeiras impressões


O segundo caderno da Zero hora dá início á temporada
Artista na Plateia, em que críticos e artistas de diferentes áreas comentam algumas das grandes atrações do 17º Porto Alegre Em Cena, compartilhando seu olhar e suas reflexões com o público.
A seguir, confira as impressões do coreógrafo Airton Tomazzoni sobre o espetáculo Tobari do grupo japonês Sankai Juku.





A dança da luz e da escuridão

Cuidado! Tobari, espetáculo apresentado pelo grupo Sankai Juku, na quinta-feira no Teatro do Sesi, pode dar sono e me deu. E já me explico. Não falo aqui de um estado que nos dá tédio ou cansaço, mas sim de um estado de quem se permite ir se entregando à escuridão e, possivelmente, ao sonhar. Pois a experiência de assistir à montagem do grupo japonês é a de ter atravessado um sonho. Um sonho que vai do sublime ao grotesco, que vai povoando nosso imaginário com paisagens de uma geografia ficcional que se desenha e de dissipa tão logo tenham sido esboçadas.
Num tempo de hiperestimulação e aceleração constante, o Sankai Juku suspende o tempo e nos permite ancorar. Sem ansiolíticos ou controladores de possíveis déficits de atenção, somos convidados a contemplar e apreciar sem pressa. As coreografias parecem feitas de gestos que escapam do esquecimento e se distendem, se prolongam. O resultado é que um mundo vai se revelando diante de nós, repleto de formas que fazem da precariedade dos corpos em cena sua matéria-prima. Seres e criaturas difíceis de nominar transitam pelo palco. Às vezes como galhos de árvores se retorcendo ao vento, às vezes similares a animais ou microorganismos, às vezes num bailado cósmico de corpos celestes. O coreógrafo do grupo, Ushio Amagatsu, já afirmou que sua intenção não é transmitir nada, mas sim articular uma linguagem corporal que permita uma viagem particular a cada espectador. E nisso o trabalho é exitoso, em partituras potentes e precisas em cada pequeno movimento.
Comparado a Kagemi, a primeira montagem que esteve no POA em Cena de 2007, o espetáculo é menos suntuoso e mais árido. O que de certa maneira talvez provoque menos impacto, mas exponha mais, de maneira radical e minuciosa, como se frestas de luz fossem lançadas em recantos até então obscuros. Aliás, Ankuko butô, nome completo dessa dança que nasceu em 1959 no Japão com Tatsumi Hijikata, pode ser traduzido como dança das trevas ou dança da escuridão. Como na cena final, na qual os intérpretes parecem se lançar na infinitude do universo, ficamos nós, fitando a escurdião sem fim, cravejada de pequenos, fascinantes e indecifráveis pontos de luz.



Airton Tomazzoni
Coreógrafo e diretor do Grupo Experimental de Dança da Cidade




Zero Hora- Segudo Caderno- Sábado 11/09/2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Grupo Experimental de Dança de POA-



1 ) Tango do Presídio - um tributo a Bob FosseAna Luiza Bergmann, Andrea Lopez, Fernanda Bertoncello Boff, Giovana Consorte, Iandra Cattani, Juliana Werner, Juliana Rutkowski, Laura Rosa, Leonardo Jorgelewicz, Mari Rocha, Raquel Purper, Tainá Borges e Viviana Schames.


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Solos - Mostra Coreográfica do Grupo Experimental de Dança da cidade


Flamenco para viagem – Iandra Cattani


De cara limpa – Fernanda Bertoncello Boff

Tudo aquilo que já aconteceu agora - Alessandro Rivellino



Copelia.com – fragmento – Lara Sosa

Mostra Coreográfica do Grupo Experimental de Dança da cidade





Coreografias 14/8

1 ) Tango do Presídio - um tributo a Bob Fosse
Ana Luiza Bergmann, Andrea Lopez, Fernanda Bertoncello Boff, Giovana Consorte, Iandra Cattani, Juliana Werner, Juliana Rutkowski, Laura Rosa, Leonardo Jorgelewicz, Mari Rocha, Raquel Purper, Tainá Borges e Viviana Schames.
2 ) Tudo aquilo que já aconteceu agora - Alessandro Rivellino
3 ) Pulso – Carol Laner
4 ) Dancing Emma - Andréa Lopez
5 ) Que te parece? Mari Rocha
6) Provisórias conexões – Laura Rosa
7) Without – Leonardo Jorgelewicz
8) Variações sobre o equilíbrio – Diego Esteves
9) Estar sendo – Raquel Purper
10) 3.03 – Kalisy Cabeda – direção: Isandria Fermiano
11) Peace of cake – Vivina Schames
12) Flamenco para viagem – Iandra Cattani
13) Labirinto - Aline Karpinsky


Coreografias 15/8

1) Copelia.com – fragmento – Lara Sosa
2) De cara limpa – Fernanda Bertoncello Boff
3) Sem título – Andréia Lucchina Constantin
4) Without – Leonardo Jorgelewicz
5) Pela pele – Bibiana Altenbernd
6) Experimento 2 – Tainá Borges
7) Dancing Emma - Andréa Lopez
8) Tudo aquilo que já aconteceu agora - Alessandro Rivellino
9) Variações sobre o equilíbrio – Diego Esteves
10) 3.03 – Kalisy Cabeda – direção: Isandria Fermiano
11) Flamenco para viagem – Iandra Cattani

sábado, 7 de agosto de 2010

DANÇA EM TRÊS TEMPOS

DANÇA EM TRÊS TEMPOS
No próximo final de semana a Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307) sediará a programação do Dança em três tempos. Na sexta-feira (13/08), às 19h, a bailarina Juliana Vicari realiza o painel Sistema Laban/Bartenieff – perspectivas criativas, abordando sua experiência de aperfeiçoamento no LIMS (Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies), em Nova York, com financiamento do Fumproarte e apoio do Ministério da Cultura. No sábado e domingo, às 20h, o público poderá conferir a mostra coreográfica com trabalhos de alunos e professores do Grupo Experimental de Dança da Cidade. Toda programação tem entrada franca. Informações: Centro Municipal de Dança – fone: 32898065 – email: centrodedanca@smc.prefpoa.com.br.
A programação da Mostra Coreográfica reunirá solos produzidos pelos alunos e ex-alunos do grupo Experimental de Dança da Cidade, dirigido pelo coreógrafo Airton Tomazzoni. Entre os trabalhos estão performances contemporâneas criadas a partir do universo singular de cada intérprete, além de um tributo ao coreógrafo Bob Fosse, criador do musical Chicago. NO elenco estão: Alessandro Rivelino, Aline Kaspinsky, Ana Luiza Bergmann, Andréa López, Andréia Lucchina, Carol Laner, Diego Esteves, Fernanda Bertoncello, Giovana Consorte, Iandra Cattani, Juliana Rutkowski, Juliana Werner, Kalisy Cabeda, Lara Sosa, Laura Rosa, Leonardo Dias Jorgelew, Mari Rocha, Raquel Purper, Tainá Borges, Viviana Schammes.
O projeto do Grupo Experimental prevê a formação continuada de bailarinos e criadores em dança, com aulas diárias, com professores como Alexandre Rittman, Eva Schul, Didi Pedone, Andrea Spolaor, Juliana Vicari e Bia Diamante



Juliana Vicari (Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies), em Nova York

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Festival Internacional Videodanza de Buenos Aires

Foto: Marcelo Pacheco


Grupo Experimental de Dança da cidade

Primeiro videodanza, intitulado Inspiração, selecionado para o Festival Videodanza de Buenos Aires, a mais antiga e tradicional do gênero. O vídeo será exibido na Recoleta, entre 4 e 12 de setembro.

Intérpretes: Alessandro Rivelino, Airton Tomazzoni, Andréa López, Giovana Consorte, Iandra Cattani, Juliana Werner, Kalisy Cabeda, Laura Rosa, Mari Rocha, Raquel Purper, Viviana Schammes

confira o vídeo no youtube!

http://www.youtube.com/watch?v=2UZp0pgvHMA



Pousa logo, inspiração!

Blog do Roger Lerina:

http://wp.clicrbs.com.br/blogerlerina/2010/08/26/pousa-logo-inspiracao/?topo=13,1,1,,,13/

sábado, 24 de julho de 2010

Videodança- alunos do Grupo Experimental

Um salto

Luiza Moraes, Iandra Cattani e Daniel Weinmann
Um somatório de dois exercícios para a oficina de videodança realizada durante o Festival Internacional Dança.com, este vídeo, feito por Iandra Cattani, Luiza Moraes e Daniel Weinmann, dá uma ideia de como a simplicidade ajuda a criação.

Grupo Experimental no Festival Internacional Dança.com- Poa


FESTIVAL INTERNACIONAL DANÇA .COM 26/Abril a 02/Maio

Estabelecer não apenas um ponto, mas múltiplos pontos de comunicação na produção de dança hoje. Este é o objetivo do Festival Internacional Dança com, promovido pela SEcretaria Municipal da Da Cultura, criar espaço para o trânsito e diálogo de linguagens, de pensamentos, de criações. Para isso, o evento programou mostra de vídeos, palestras, espetáculos, processos de criação, debates, performances, oficinas, conferências e muito espaço para conversas. Pra não faltar assunto, o evento escolheu três eixos de questões que coloquem em foco o corpo na cena contemporânea, os caminhos da performance e o uso das novas tecnologias no produção de artes cênicas.

www.festivalinternacionaldanca.blogspot.com